Gosto da magia dos momentos fugazes, eternizados através da lente.
É desta forma que a luz capturada através da câmera, se encontra com a poesia dos instantes e desenha emoções.
Bem-vindo (a) ao meu blog
Gosto da magia dos momentos fugazes, eternizados através da lente.
É desta forma que a luz capturada através da câmera, se encontra com a poesia dos instantes e desenha emoções.
Bem-vindo (a) ao meu blog
Muito sinceramente não alimentava o meu blog com muita regularidade. Mas mesmo assim sinto que fui desalojada desta casa que tinha escolhido para publicar algumas das minhas fotografias.
São os sinais dos tempos. Uma nova era onde publicar em blogs está fora de moda. Agora as pessoas querem o imediato. As selfies com filtros e os videos que se multiplicam sem nada de útil para acrescentar. Apenas para ajudar a preencher tempo no metro, nos transportes e afins.
Assim, decidi pegar nos meus pertences e mudar de casa. Este blog irá continuar numa nova morada e talvez até com outro tipo de conteúdos relacionados com a imagem e a fotografia, mas também uns pensaementos de vez em quando pelo meio.
Cá vos espero na minha nova casa https://fotografarporprazer.blogspot.com/
Sem a distração das cores, as fotos em preto e branco destacam a essência dos elementos visuais. Cada sombra e cada luz, ganham uma importância única, criando uma profundidade que muitas vezes passa despercebida nas fotografias coloridas.
O preo e branco nunca sai de moda e o contraste ganha destaque neste tipo de fotos, transformando uma cena comum, numa imagem dramática e expressiva.
Para olhar é preciso ver é um facto. E para contemplar acho que é necessário olhar e observar. É por isso que muitas vezes apenas calo e observo, pois desse modo contemplo a essência dos lugares que tento captar através da objetiva.
Agora que o outono me trará novas cores, recordo alguns dos lugares por onde andei no verão, entre a orla marítima e o Alto Douro e que foram um deleite para os olhos.
Parafraseando Miguel Torga num poema dedicado ao Douro Vinhateiro e que pode ler-se no Miradouro de S. Leonardo da Galafura “(…) Este excesso da natureza. Um poema geológico. A beleza absoluta”.
Atenta ao que me rodeia, vou guardando instantes dos lugares por onde passo. Vou pintando memórias e emoções através da luz e congelando os instantes dos lugares.
Esta fotografia na realidade já tem uns anos e foi captada com um telemóvel mas me canso de olhar para ela e não resisti a publicar.
As seguintes, capatadas com uma câmera Canon Reflex, transmitem o colorido dos elétricos na cidade do Porto, entre outros cenáros de interesse no Verão.
Pormenor de um batente - raridade nos dias que correm!
Pavilhão Rosa Mota (vulgo Palácio de Cristal), com os seus pavões entre as atrações.
Num registo diferente, surgem os monumentos históricos, sempre imponentes. Neste caso, ficam algumas imagens do Mosteiro de Leça do Balio.
E assim termino por agora com D. Fernando e D. Leonor a contemplarem o imponente Mosteiro de Leça do Balio onde casaram no longínquo ano de 1372.
Por muito evoluídas que as câmeras fotográficas estejam, a fotografia a preto e branco ainda continua a encantar. Há um certo dramatismo numa fotografia a preto e branco a que não consigo resistir. Por causa disso, gosto de explorar novas formas de olhar, em modo monocromático.
Por agora é tudo. Fico-me pelo conforto da casa até ao próximo passeio pela cidade e arredores.
Já sabe que esta é também a sua casa para comentar, subscrever ou partilhar o blog. Sinta-se à vontade
Sempre que tenho oportunidade gosto de ficar a ver o sol esconder-se no mar. E se o mar estiver encrespado, o espetáculo é ainda melhor.
Por vezes também gosto de captar as cenas e os momentos em redor e por isso captei a silhueta de um fotógrafo que tal como eu, estava a apreciar o espetáculo do mar e do sol.
Se gosta das fotos que publico, comente e subscreva o blog. Só assim saberei quantos estão aí desse lado.
Gosto de fotografar os momentos e de inventar temas ou desafios para fotografar. Nas seguintes fotos os temas foram o mar agitado num dia de tempestade e elemento vermelho na paisagem.
O mar revolto foi capturado na praia do Cabedelo em Gaia e os elementos contrastantes de cor vermelha foram capturados na zona da Foz no Porto, resultando os seguintes ensaios fotográficos.
O fantástico mar:
Nas fotos seguintes pretendi fazer enquadrmentos onde predomine um elemento de cor vermelha:
Por agora é tudo.
Se gostou, deixe um comentário pois é bom receber o vosso feedback. É a única forma de eu saber se vale a pena continuar no lado de cá. Subscreva também o blog para receber no seu e-mail os avisos de novas publicações. Basta inserir o seu endereço de e-mail e clicar em Subscrever.
Em Alter do Chão, visitei a Coudelaria Real fundada por D. João V em 1748, para a criação do Cavalo Lusitano muito apreciado na Arte Equestre na época Barroca. Actualmente, a Coudelaria contribui imenso para a recuperação do cavalo lusitano, nomedamente a raça lusitana Alter Real, sendo mundialmente conhecida e ponto obrigatório de visita. Com as visitas guiadas fica-se a conhecer muitas particularidades desta raça, podendo interagir com os cavalos e assitir à éguada, momento em que as éguas são libertadas para o campo com as suas crias.
Não resisti a colocar algumas das muitas andorinhas que nos rodeavam. Também avistei algumas cegonhas em alto voo mas como não consegui captá-las, dou-me por satisfeita por ter conseguido fotografar andorinhas que são extremamente rápidas e irrequietas.
Na herdade da Coudelaria Real existe também a área da Falcoaria, com visitas guiadas, demonstrações de voo e explicações técnicas sobre estas aves de rapina e sobre o trabalho realizado pela equipa de experientes falcoeiros de ambos os sexos. Um agradecimento especial ao Sr. Rui Fortunato, adestrador de falcões porque no dia 25 deixou-me captar algumas imagens desta interessante atividade que desempenha em perfeita sintonia com as aves. Ainda tive a oportunidade de ver um falcão recém-nascido e fiquei a saber que nascem brancos.
A confiança e cumplicidade entre a ave e o seu tratador é evidente
Enquanto isso, no dia 24 enquanto decorria o tradicional leilão de cavalos da raça lusitana, havia também um concurso de cães da raça Serra de Aires, cão de origem alentejana (Serra de Aires em Monforte) e que era usado pelos pastores.
Assisti também pela primeira vez, a um leilão de cavalos que pelos vistos já é tradição neste dia (mas que eu desconhecia) e fiquei estonteada com os valores que os cavalos podem atingir!
Já no caminho para regressar ao Porto, paragem em Vila Nova da Barquinha para apreciar o deslumbante Castelo de Almourol, situado num ilhéu entre as margens do rio Tejo.
Este ano o fim de semana prolongado (23, 24 e 25 de Abril) foi passado no Alto Alentejo, em Alter do Chão, sede de município pertencente ao distrito de Portalegre. É uma vila calma e agradável cujas origens remontam à época romana e cujo primeiro Foral data de 1232 no reinado de D. Sancho II. Em 1359, D. Pedro I manda construir o imponente castelo que podemos visitar na praça principal da vila.
Em Alter do Chão encontra-se a Coudelaria Alter Real que muito tem contribuido para a recuperação do cavalo lusitano, nomedamente a raça lusitana Alter Real. Na herdade da Coudelaria mantém-se também a ancestral arte da Falcoaria.
Não perca o próximo artigo com mais fotografias do dia 24